quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Horrores 1 e 2; Alternativas 1 e 2

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Esses dois artigos mostram os horrores da guerra do Iraque onde foram mortos mais de 1.000.000 de civis iraquianos! Esse assunto chega a ser extenuante: não, não é certo matar civis, crianças e pessoas sob quaisquer razões, ainda mais sob alegações falsas. Não, não há o que discutir, sobre o que é certo e errado nesse caso. O mais impressionante é que tal qual na guerra do Vietnam, segundo Noam Chomsky e outros autores, o que incomodou a opinão pública norte-americana não foi a morte de centenas de milhares de inocentes ou criançinhas iraquianas, mas o custo da guerra ou o fato de não terem sido capazes de ganhar a guerra. Guerra sim, tudo bem, desde que não custe caro e venha com uma vitória rápida. Como alguém consegue apoiar tamanha atrocidade é ainda uma questão a ser respondida. Essa posição contrária já não era para ser unânime?

O novo presidente Obama ganhou com uma estreita margem e graças a pior crise desde a Grande Depressão, onde rezamos para que não a supere nem a iguale... Sorte mesmo seria uma mudança do paradigma depois de tantos erros e atropelos, mas isso ainda é sonho. Nessa direção, os dois artigos abaixo, do David Korten (que re-envio) e o do George Monbiot (fantástico), mostram que o legado da crise ainda produz os mesmos erros de sempre, apesar de tantas opiniões contrárias.

Horror 1
http://www.socialistworker.co.uk/art.php?id=10114

Horror 2
http://www.guardian.co.uk/world/2007/sep/13/usa.iraq

Alternativa 1 - David Korten


Alternativa 2 - George Monbiot

Um comentário:

ziulsorrab disse...

Por onde começar? Não foi melhor Obama ganhar do que o outro com qualquer pequena maioria que houvesse? O outro esconderia os erros do capitalismo.Temos que considerar os passos que a humanidade toma no geral, para termos ânimo. Do que temos medo? Que Obama vai enfrentar quem? Um sistema econômico falido. Precisamos dar exemplo e esse blog é um exemplo para denunciá-lo. Precisamos desmascarar todos os economistas que enganam a população com contos do vigário do capitalismo fajuto. Estado mínimo, mercado livre (ah!, não pode ser taxado para não “espantar” investimentos!).Têm a petulância de achar que o Estado é ineficiente. O capitalismo o é. Criticas ao populismo de Lula e outros cujo investimento é de R$ 8 milhões para o Bolsa Família, quando o rombo deles é 800 bilhões de dolares. Criticam dar o peixe sem nunca terem proporcionado a vara. Matar a fome do pobre é ineficiência, mas a dos bancos é bonito. Sempre desmerecendo o populismo como no caso do gato que recebia o Bolsa família. Nenhuma palavra contundente contra a especulação financeira e o spread brutal. Olha, qualquer sistema seja o socialista que nunca existiu (aprendi com Noam) ou este capitalismo tiveram a mesma falha. Não tem participação dos agentes que produzem. Participação nos lucros nem pensar. Aqui no Brasil quem não lembra dos desacreditados Pe. Lebret ou até o Ricardo Smeler a propagarem a necessidade da Cogestão. Eu, você, Bush, Lula, Evo, Chaves, Noam Chomsky, Michael Moore, o insuperável E.F. Schumacher sabemos que o problema está não só na imensa desigualdade econômica do planeta mas, principalmente no aspecto ambiental quando o consumo dos ricos é INSUSTENTÁVEL. Veja, eu que escrevo não sou pobre, nem miserável e muito menos rico, não estou julgando pessoalmente que todos os ricos sejam invejosos ou movidos pela cobiça, mas nas palavras de Noam e Schumacher o sistema econômico atual não pode permanecer nem por mais um minuto. Segundo Noam citando uns caras de pau em “O que Sam realmente quer” escrito não agora, mas lá em l990 que como “o desejo dos pobres é despojar os ricos” os ricos se antecipam e então despojam os pobres. Como Noam fala e a Marilena Chauí todo este capitalismo foi posto pelas elites, não é imutável por mais força negativa que lhe atribuamos, a nossa organização poderá derrubá-lo. Viva o FSM, viva os blogs independentes da grande mídia empresarial em busca do lucro anti ético, porque ela não fiscaliza também a si própria já que ela se arvora na sua pretensa função fiscalizadora. Conversa, vive mais de fofocas e alienação dos pobres para proteger os ricos. Sabemos portanto que são os inimigos do meio ambiente com sua pregação de consumismo indecente.luizmbarros@hotmail.com