terça-feira, 1 de julho de 2008

Receita do desastre planetário

Impressionante mesmo...

Impressionante como o óbvio é sumamente ignorado.
Impressionante como agora, no meio dessa crise total, temos uma elite de iluminados que querem mudar o mundo sem mudar a si mesmos.
Impressionante como as pessoas ainda não entenderam que o problema que estamos enfrentando não é de mérito pessoal algum, mas uma questão humanitária.
Impressionante ver como mesmo no meio do caos, da iminência do colapso, as pessoas continuam agarradas nas suas vaidades, nas suas pretensões de reconhecimento pessoal, no seu egoísmo.
Impressionante como os mentores da mudança falam uma linguagem que 6,5 bilhões de pessoas jamais entenderão.
Impressionante ver que mesmo nas tentativas de mudança, não há mudança alguma.
Impressionante como sobra conhecimento e falta imaginação, pois a imaginação é mais importante que o conhecimento.
Mas o mais impressionante de toda essa discussão é o quanto não somos corajososos, o quanto se fala e nada se faz, enquanto amanhecemos cada dia com menos natureza.
A cada dia perdemos 17.000 a 17.500 campos de futebol em florestas só da Amazônia. Ponha na conta a perda das florestas da Ásia, do Canadá, da África, o pouquíssimo que sobrou dos EEUU, o Cerrado. Ponha na conta outros processos contra o sistema planetário e tente pensar neles sem se arrepiar.
Enquanto os iluminados escrevem artigos maravilhosos, promovem debates científicos calorosos, o G8 se reúne na calada da noite para dizer que é melhor investir numa tecnologia que capture o carbono ao invés de ter uma matriz energética e tecnológica que não emita carbono.
Enquanto os iluminados ficam nos seus recantos maravilhosos, o G8 diz que a crise de alimentos e de energia será resolvida com mais produção e com mais eficiência. E com o etanol.
Enquanto Lula, FHC e Bush e outros líderes governamentais seguem aparentemente com o mesmo modelo mental e sem ter noção alguma do perigo, permanecemos nos nossos esconderijos discutindo o sexo dos anjos. Ficamos sem solução prática, sem propor uma aplicação na vida das pessoas e as nossas teorias seguem inúteis para o futuro da humanidade e tudo isso por pura vaidade pessoal.
Seguimos com a receita do desastre, resta-nos apenas esperar por ele.
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http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi2306200823.htm

São Paulo, segunda-feira, 23 de junho de 2008

ENTREVISTA DA 2ª - PAUL ROBERTS

Biocombustíveis trocam um problema por outro
Para especialista em energia, não faz sentido resolver o problema do petróleo, que é um recurso limitado, por terra, que é outro recurso limitado

NÃO BASTA substituir uma matriz por outra, mas diversificar. Não adianta resolver só do ponto de vista de oferta, trocando gasolina por álcool, mas também de distribuição, que é arcaica, e de demanda, que não pode continuar no nível atual. É o que defende o autor americano dos livros "The End Of Oil" ("O Fim do Petróleo") e "The End of Food" ("O Fim do Alimento").

SÉRGIO DÁVILA
DE WASHINGTON

Seu primeiro livro falava da crise energética. O atual fala da crise alimentar. Nos quatro anos que os separam, um assunto ficou intimamente ligado ao outro. A alta do petróleo ajudou a elevar os preços dos alimentos. Agora, Paul Roberts vê com preocupação o caso brasileiro, em que biocombustíveis como o álcool são tratados como a solução para o primeiro problema.

"Não me parece muito inteligente destinar cada vez mais terras para essa produção enquanto não sabemos com certeza qual será a demanda futura por alimentos", disse, em entrevista à Folha, por telefone, do Estado de Washington, onde mora com a mulher.

O jornalista investigativo de 54 anos defende uma mudança de hábitos dos consumidores.

"Não adianta falarmos que queremos que o governo, a ONU, seja quem for, resolva o problema, desde que nós possamos continuar tendo 2,5 carros, como é a média atual nos Estados Unidos."

FOLHA - "O Fim do Petróleo", título do seu primeiro livro, levará ao fim da alimentação, título do segundo?
PAUL ROBERTS - A crise energética sublinhou o papel central que a energia tem na produção de alimentos. Nós deveríamos saber já há tempos que energia e alimentação são intimamente ligadas e a crise de uma levaria à outra. Isso porque nossa estrutura alimentar foi pensada para um mundo em que o barril do petróleo custa US$ 15 [na última semana, bateu os US$ 140, ante US$ 10 há uma década].

Pense bem, todo o sistema de fertilizantes baseados em petróleo, o sistema de distribuição baseado em caminhões e aviões, tudo depende pesadamente do combustível fóssil. A origem disso tudo é uma época em que a energia era tão barata que quase não era levada em conta na equação.

Só isso já seria o suficiente para fazer a ligação entre as duas crises. Mas há ainda o caso recente dos programas de biocombustíveis, um novo dado na equação alimento-energia. Eles colocam mais pressão no setor de alimentação, pois ambos são feitos de maneira semelhante. Ou seja, antes nós ligávamos a alimentação, que é o setor mais importante do mundo, a uma mercadoria, o petróleo, que estava destinada fatalmente a subir de preço, pelo fato de ser um recurso que acabará um dia.

Agora, estamos substituindo por outro, o biocombustível, que briga por espaço com a própria produção de alimentos.

FOLHA - Em sua opinião, não faz sentido?
ROBERTS - Do ponto de vista de segurança alimentar, não, nenhum. Você troca um sistema que se baseia numa fonte limitada, que é o petróleo, por outro, de outra fonte limitada, que é a terra arável. Uma hora os dois acabam. O biocombustível pelo menos torna o problema mais evidente, por ser visível.

Quando você vê uma plantação de cana, ela está lá, ocupando espaço. Você é obrigado a enfrentá-lo, a pensar a respeito. O petróleo vem do fundo da terra e do mar, oculto. Do ponto de vista do público parece que vem de fonte inesgotável. É óbvio que acabará, mas não é tão visível.

FOLHA - Qual a solução, então? Há uma "terceira via"?
ROBERTS - Há todo tipo de possibilidades tecnológicas sendo pesquisadas neste momento, algumas que eu e você não podemos nem imaginar. Dá para presumir que a inovação vai continuar, principalmente quanto mais os preços subirem, historicamente o melhor estímulo intelectual. Veremos energia nuclear mais segura e barata, algas oceânicas que criem biocombustível de maneira sustentável, estamos próximos de anúncios históricos.

Mas, se a atual crise nos ensina algo, é que não bastará substituir uma matriz por outra, e sim diversificar.

Mais: não adianta resolver só do ponto de vista de oferta, trocando gasolina por álcool, por exemplo, mas também de demanda, que não pode continuar no nível atual.

FOLHA - A produção de biocombustíveis diante da crise alimentar domina as discussões. No Brasil, o governo defende que as terras destinadas ao álcool ocupam perto de 2% do total que pode ser utilizado para alimentos. Já o relator especial da ONU sobre o assunto pede moratória de etanol. Qual o seu lado?
ROBERTS - Quando se fala que a terra ocupada para o biocombustível é pequena, eu pergunto: não é terra que poderia estar produzindo alimento? Ou é onde o dinheiro está?

Quero ser cuidadoso nesse debate, mas não me parece muito inteligente destinar cada vez mais terras para a produção de biocombustíveis enquanto você não sabe com certeza qual será a demanda futura por alimentos.

As pessoas dizem: "Bem, nós sempre podemos mudar de volta a exploração da terra para a produção de alimentos". Sim, mas depois que você constrói usinas ao lado dessas terras, investe bilhões de dólares na infra-estrutura para escoamento da produção, é extremamente difícil mudar. Há a demanda criada, a pressão política...

FOLHA - É possível reprimir a demanda por combustíveis, seja da origem que forem, sem comprometer o desenvolvimento de países emergentes, por exemplo?
ROBERTS - Essa é a pergunta de US$ 40 trilhões [risos]. É difícil, no quadro atual de desenvolvimento econômico. Mas, do jeito que está, caminhamos para o desastre. Faça as contas: pegue a situação das fontes naturais vitais para o desenvolvimento econômico, como água, terra e energia; adicione a mudança climática e o aumento de população; leve em conta que essa população não só cresce como está mais rica e consumista, com apetite por mais recursos.

É a receita do desastre.

Não adianta falarmos que queremos que o governo, a ONU, seja quem for, resolva o problema, desde que nós possamos continuar tendo 2,5 carros, como é a média nos EUA, e comprando TV de tela de plasma. Eis a verdadeira discussão.

Pegue por exemplo a questão da carne. É uma das mercadorias que mais energia e recursos naturais consome para ser produzida e uma das que mais afeta o ambiente. Os EUA, a Europa e o Canadá consomem em média cem quilos de carne por habitante por ano. A média mundial é muito menor que essa. O resto do mundo não pode comer carne como essas três regiões, ou o mundo entraria em colapso total. Qual é a conclusão? Os EUA devem continuar comendo mais carne que o resto do mundo? O resto do mundo deve se contentar com menos? Ou nós deveríamos chegar a uma equação mais equânime no meio do caminho? Um futuro em que os norte-americanos comam menos carne e todo o sistema global de alimentação se adapte à nova realidade.

O mesmo se aplica a todo o resto. Moradia, por exemplo. Nós precisamos de casas com três andares e dez cômodos, mesmo com a família média norte-americana diminuindo? Carros cada vez maiores? Se continuarmos a vender essa idéia, de que sem casas grandes e muitos carros você não é bem-sucedido, de novo, caminhamos para o colapso.

FOLHA - Pela primeira vez, há mais obesos do que famintos no mundo, segundo a ONU. Como chegamos a essa assimetria?
ROBERTS - É perverso, concordo. É a primeira vez na história que ser gordo não é privilégio da elite. Dito isso, o problema da comida não ser distribuída eficientemente acontece já há algum tempo. O Império Romano foi construído em grande parte para permitir o acesso de Roma ao trigo. E Roma garantiu esse acesso de maneira bem-sucedida, porque tinha poder para isso. Eles tomavam o trigo do Egito e deixavam o país com pouco. No século 13, o mesmo aconteceu na Polônia e no mar Báltico, que alimentavam a Europa Ocidental e passavam fome. As potências sempre consumiram mais alimento, à custa dos mais pobres.

Só que isso era menos problemático no século 20, pelo menos na segunda metade, porque vivíamos no mundo do excesso, das sobras. Naquele período, a população explodiu em grande parte por conta da nossa capacidade de processar alimentos industrialmente. Assim, esquecemos a realidade de um mundo com recursos limitados. E isso infelizmente está reaparecendo. Temos uma população enorme, recursos de menos, devemos nos reeducar à luz dessa realidade e nos descolarmos de uma economia alimentar que já tem milhares de anos de idade.

FOLHA - O sr. não é totalmente contra o uso de transgênicos?
ROBERTS - Não, não sou da tribo dos que rejeitam os transgênicos apenas porque são novos e, portanto, perigosos. Meu problema com essa indústria é que ela está voltada para a chamada agricultura dos ricos, para grãos que são sucessos de venda, mas não liga a mínima para as necessidades dos outros 75% da população, que precisa de grãos não tão mercadologicamente importantes. O milagre transgênico serve aos que não precisam do milagre em primeiro lugar. De novo é: onde está o dinheiro? Fazendeiros africanos não têm dinheiro para comprar sementes transgênicas, logo, por que a indústria se preocuparia com eles? Ela está preocupada com a soja, e o pequeno fazendeiro no Quênia não precisa de sementes de soja. Ou seja, a indústria precisa provar que está preocupada com a segurança alimentar.

Eles estão usando nossos preciosos dólares de pesquisa que poderiam estar sendo usados para melhorar a saúde e educar os fazendeiros mais pobres.

Comentários finais de um leitor:
Receita do desastre (faça as contas):

Pegue a situação das fontes naturais vitais para o desenvolvimento econômico, como água, terra e energia; adicione a mudança climática e o aumento de população; leve em conta que essa população não só cresce como está mais rica e consumista, com apetite por mais recursos.

Temos uma população enorme, recursos de menos, devemos nos reeducar à luz dessa realidade.

Os EUA, a Europa e o Canadá consomem em média cem quilos de carne por habitante por ano. A média mundial é muito menor que essa. O resto do mundo não pode comer carne como essas três regiões, ou o mundo entraria em colapso total.

Precisamos de casas com três andares e dez cômodos, mesmo com a família média norte-americana diminuindo? Carros cada vez maiores? Se continuarmos a vender essa idéia, de que sem casas grandes e muitos carros você não é bem-sucedido, de novo, caminhamos para o colapso.

5 comentários:

Silvia D. Schiros disse...

Quando leio coisas assim, me pergunto: adianta cada um, aos poucos, ir se habituando a fazer a sua parte? Com coisas tão significativas, de grande porte, acontecendo, e que dependem de grandes poderes para mudar, a mudança na rotina de um reles mortal faz alguma diferença?

Quero acreditar que sim, mas às vezes fico pensando se não é utopia...

Ricardo disse...

Pois é, Silvia...não se pode ter certeza. Mas sabe-se que a possibilidade de solução existe. Se essa possibilidade vai ou não se manifestar depende da nossa flexibilidade para mudar a conduta em grandes números.

Maurício "ToNTo" Clauzet disse...

Hugo, coloque um contador de visitas no seu blog.
Eu uso esse aqui e recomendo (free):
http://www.histats.com
Aí adiciona um elemendo de layout no seu blog do tipo javascript/html e cole o texto que o prório site te dá quando você registra (estilo youtube).
É uma ferramenta importante de feed back para você.
Abrazo

Silvia D. Schiros disse...

(Ricardo, a gente não chega no teu blog clicando no link, tem como resolver isso?)

Mas é isso que me pergunto: como mudar a conduta em grandes números, se não depende só de nós? Eu *ainda* acredito no trabalho de formiguinha, mas tenho medo que ele evolua de forma insuficiente para resolver tantos problemas a tempo.

Às vezes acredito mesmo é no poder de transformação vindo dos jovens, de modo que cobrem dos familiares uma postura mais responsável diante do mundo que deixaremos para eles.

Prof.Hans-Jürgen Franke disse...

PRODUÇÃO DE ETANOL COM ALGAS
UMA RESPOSTA À AMEAÇA DE PEAK-OIL & OIL-CRASH

O Prof. Pengcheng "Patrick" Fu da Universidade de Hawaii (EUA) desenvolveu uma tecnologia inovativa, produzindo em escala etanol com cyanobacterias modificadas (blue-green-algae). Esta fonte nova de etanol não entra em conflito com a produção de ração e de alimentos e consome ainda CO2 no seu cultivo no sistema de photo-bio-reator de baixo custo, usando a luz solar.

Fu já desenvolveu cepas de cyanobacterias, que produzem etanol como resíduo e ganhou uma patente mundial com a sua invenção.

O teste no laboratório de biotecnologia em Hawaii utilizou photo-bio-reatores (PBR) com luz artificial e com luz solar. O sol funciona melhor, diz Fu. Transformando um resíduo em uma coisa útil é uma solução importante. As “blue-green-algae” necessitam somente sol e como nutrientes também um pouco açúcar, especialmente à noite no período sem insolação, usando o resultado da produção tradicional de cana, um pouco melasse. Assim temos uma solução interessante para a indústria do setor sucroalcooleiro.

Brasil e outros países tropicais ganham deste modo uma segunda opção, processando o etanol com o novo feedstock micro-algae. Assim cana de açúcar & algas podem atender juntos a grande demanda de etanol do mercado mundial. A produtividade de algas por hectare é no mínimo 10 até 20 vezes maior do que o rendimento da cana, dependendo só da verticalização do cultivo da altura do sistema de photo-bio-reatores verticais. Assim o Brasil poderia produzir mais e mais etanol, usando menos espaço. A produção em massa de etanol com algas poderia ser realizada em grande parte no Nordeste do país, perto dos portos marítimos, estimulando assim a capacidade de exportação desta região carente.

Um projeto nacional de produção em escala de etanol com algas seria um desafio, que necessita um projeto de Parceria Pública e Privada (PPP), envolvendo o Governo Federal, EMBRAPA, CTC – Centro de Tecnologia Canaviera, UNICA e Usinas de Álcool e Açúcar, bem como entidades como OCB e REDENET – Rede Norte e Nordeste de Educação Tecnológica e principalmente universidades, especialmente centros de pesquisa de algas (como o LABIOMAR da UFBA e o Setor de Bioenergia da FTC, ambos em Salvador).

A tecnologia da empresa La Wahie Biotech vai ser ajustada agora para preparar uma planta experimental com alto rendimento, uma BIOFÁBRICA DE ETANOL DE ALGAS, um desafio técnico para o futuro próximo.

Professor Dr. Pengcheng Fu possui passaporte chinês e americano, foi convidado recentemente pelo Governo da China, de estruturar em Beijing um projeto piloto de etanol de algas. A equipe da empresa La Wahie Biotech Inc. em Hawaii coordena ações da matriz da empresa start-up e de uma ONG criada, da FUNDAÇÃO LA WAHIE INTERNATIONAL.


No Brasil está em fase de implantação uma filial em Aracaju-SE; representante é o Professor alemão Hans-Jürgen Franke, especialista em bioenergia.

Fu começou a formação em engenharia química, depois continuou com biologia. Ele estudou na China, Austrália, no Japão e nos Estados Unidos.

Ele trabalha também com a NASA, pesquisando o potencial energético de cyanobacterias para futuras colonizações na Lua e no Marte. Recentemente a empresa La Wahie Biotech ganhou avards e prêmios no campo de Pesquisa e Desenvolvimento. Daniel Dean e Donavan Kealoha, ambos estudantes da Universidade (law, technology and business) são parceiros de Prof. Pengcheng Fu.

Fu diz, que a produção de etanol na base de plantações do agrobusiness como cana de açúcar ou ainda milho é bastante lenta e gasta muitos recursos. Por esta razão ele optou para as cyanobacterias, que convertem a luz solar e o nocivo dióxido de carbono na sua alimentação e deixam como resíduo oxigênio e etanol.

Alguns cientistas pesquisam cyanobacterias para fabricar etanol, usando diferentes cepas. Mas a técnica de Prof. Fu é única. Ele resolveu inserir material genético dentro de um tipo de cyanobacterium, e agora o produto de resíduo é somente etanol, separado no circuito do sistema de photo-bio-reator através de uma membrana. Funciona muito bem, fala Prof. Fu.
O benefício é que a tecnologia de Prof. Fu começa produzir em poucos dias grandes quantidades de etanol com custo inferior do que técnicas convencionais.

O parceiro de Prof. Fu no Brasil - na representação da empresa La Wahie Biotech Inc. em Aracaju - Prof. Hans-Jürgen Franke – está coordenando o desenvolvimento de um sistema de photo-bio-reator de baixo custo. Prof. Franke vai articular agora projetos pilotos no Brasil.

Com o sequestro de dióxido de carbono (CO2) a tecnologia revolucionária de produção industrial de etanol de La Wahie Biotech Inc. serve ainda, para combater o aquecimento global.

Honolulo e Aracaju, 15 de Setembro 2008


Contatos:
• Prof. Pengcheng Fu – E-Mail: pengchen2008@gmail.com
• Prof. Hans-Jürgen Franke – E-Mail: lawahiebiotech.brasil@gmail.com

Tel.: 00-55-79-32432209