quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Ciclistas em São Paulo

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Bici-anjos ajudam ciclistas inexperientes pelas ruas de SP

http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MRP1091087-5605,00.html

Ciclistas experientes são anjos da guarda dos novatos no trânsito.
Eles acompanham pessoas de casa ao trabalho até elas perderem medo.

Eles acompanham ciclistas novatos, dão dicas de roteiro e quais medidas de segurança devem ser adotadas. Os chamados bici-anjos são ciclistas mais experientes que fazem o papel de anjos da guarda dos novatos até que eles se sintam seguros em trafegar pela cidade de São Paulo. O trabalho dos "padrinhos" é como o de um instrutor de uma “bike-escola”. Os mais experientes vão do lado dos principiantes em trajetos como entre a casa e o trabalho. A diferença é que os bici-anjos fazem isso sem cobrar nada. O objetivo deles é estimular o uso da bicicleta.

“É uma forma de ajudar as pessoas e incentivá-las a usar um meio de transporte melhor”, diz o analista de sistemas Bruno Gola, de 21 anos, que já acompanhou três iniciantes pelas ruas da cidade, dois deles nem eram seus amigos. “A gente se conhece na bicicletada ou alguém pede ajuda na lista de e-mail”, conta ele, que há um ano usa só a bicicleta para se locomover pela cidade e até colocou o carro a venda. “Desde que comecei a usar a bicicleta melhorou meu humor, meu ânimo, meu corpo”, diz ele. A bicicletada reune ciclistas toda última sexta do mês. O ponto de encontro é a Praça do Ciclista, que fica no canteiro central da Avenida Paulista entre as ruas da Consolação e Bela Cintra.

Outro que também faz o papel de bici-anjo é o cicloativista Leandro Valverdes, que diz já ter acompanhando pelo menos dez pessoas que temiam circular sozinhas pelo trânsito paulistano. “A gente vai junto e dá dicas para deixar a pessoa segura”, diz. Ele afirma que o maior medo dos iniciantes é ser atingido por um carro ou ônibus.

De acordo com Valverdes, antes de colocar a bicicleta na rua é preciso traçar um roteiro para evitar avenidas de fluxo intenso, como as marginas e a Avenida 23 de Maio. “Nem sempre o caminho do carro ou do ônibus é o melhor para o ciclista”, adverte. “Outro erro crasso é andar na contramão, não se deve fazer isso”, acrescenta.

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