quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Por que algo que não faz o menor sentido é tão amplamente aceito?

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Comer carne é fruto de uma grande lavagem cerebral que fizeram na gente: nós somos animais onívoros, não somos animais carnívoros. Isso significa que nossa saliva é alcalina, não é ácida como a de um leão, cuja carne já dissolve na boca dele. Quando chega no estômago, um carnívoro produz dez vezes mais ácido clorídrico que um ser humano. Quando chega no intestino, o caminho no carnívoro é infinitamente mais curto. Portanto, conhecimento médico informa que nós só temos capacidade de digerir 40 gramas de carne a cada quatro horas e todo o excedente não só apodrece no nosso corpo, como produz quantidade gigante de toxinas e está relacionado com várias doenças. Além disso todo esse excesso só serve para produzir bolo fecal e destruir os ecossistemas. É prova do quanto desconhecemos o primeiro ecossistema que destruímos diariamente com nossos hábitos errados: o corpo humano. Os demais vão a reboque, porque é claro que nossa decisão de comer carne significa menos ecossistemas, menos Amazônia e o fim da capacidade da Terra sustentar todas as formas de vida, da qual fazemos parte e somos a mais vulnerável de todas. Para entender melhor, se todo alimento dado aos rebanhos fossem dados aos seres humanos, a oferta de alimento aumentaria 10 vezes, simplesmente porque não comemos a vida do boi, mas a sua morte. Uma ínfima parte da soja, por exemplo, é destinada para consumo humano, mais de 90% é para os rebanhos. Seria interessante todos verem como é feito o processo de abate e toda crueldade contra os animais, 500 bilhões deles mortos todos os anos... Por que algo que não faz o menor sentido é tão amplamente aceito?

Um comentário:

Versão Solteiro disse...
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