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terça-feira, 4 de agosto de 2009

Interessante

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Agência "lança" motosserra em USB

Artefato fictício faz parte de uma ação contra o excesso de impressões desnecessárias nos computadores; "seu teclado já é uma motosserra", prega a campanha

21/07/2009 - 13:57
Como estratégia para diminuir a quantidade de impressões de páginas, a BBH da região Ásia Pacífico criou uma ação que fazia uma pré-venda de uma motosserra com conexão USB, no site www.usbchainsaw.com.

Bem realístico, o processo de venda trazia detalhes do objeto, com fotos que ensinavam como utilizar e especificações técnicas.
Mas quando alguém tentava efetuar a compra, aparecia uma mensagem: "Você já tem uma motosserra: seu teclado. Ajude a salvar mais árvores reduzindo as impressões desnecessárias". Aliado a isso, a ação contém um aplicativo também criado pela agencia, que emite o som de uma motosserra a cada vez que as teclas Control e P (o comando de imprimir) são acionadas.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Greenpeace: *HORA DE VOLTAR ÀS RUAS*

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Greenpeace: *HORA DE VOLTAR ÀS RUAS*

Na noite de quarta-feira, o Senado votou a Medida Provisória 458, aprovando-a tal e qual veio da Câmara. Por detrás desse número, o Congresso brasileiro, com o apoio explícito do governo, legalizou a grilagem, privatizando de uma só vez 67 milhões de hectares de terras públicas. Na longa sessão do Senado em que foi votada a MP, se
digladiaram dois Brasis. O da Senadora Katia Abreu, relatora da medida e presidente da Confederação nacional de Agricultura, e o da Senadora Marina Silva.

Katia Abreu, num discurso que precisa ser visto, lido e deglutido, defendeu sem a menor vergonha a legalização das invasões de terras públicas. Disse que o que acontece hoje na Amazônia foi o que aconteceu em São Paulo séculos atrás. Em São Paulo era tudo terra pública, que foi domada, ocupada, titulada. Porque na Amazônia não pode ocorrer o mesmo, perguntou. Marina falou do Brasil que não pode ser repetir, do Brasil que precisa se reinventar, que não pode escorar seu processo de
desenvolvimento nos erros do pasado. Ela apelou aos senadores que a ajudassem a rejeitar a MP, para que não tivesse que puxar o movimento pelo seu veto, constrangendo publicamente o Presidente Lula. Em jogo, estavam extensões de terra equivalentes a 30 vêzes o tamanho de Sergipe.

E aí? E aí a impressão que se tem é que ninguém, a não ser uns poucos, como Marina, ainda parecem se importar com a sorte do meio ambiente no Brasil. Os sinais da degradação estão por toda a parte. A aprovação da MP foi apenas mais um dos golpes que vem sendo desfechados nos últimos anos contra os recursos naturais do país. Às vezes eles se traduzem em ações como o desmatamento da Amazônia, a retomada do programa nuclear e a construção da Usina de Angra III e a decisão do governo de recriar o Ministério da Pesca, cujo único objetivo parece ser o de aumentar a
produção pesqueira, mesmo diante das indicações que nossos mares há muito não estão mais para peixes.

Outras vêzes, os golpes se traduzem pela parálise do governo. Como no caso de de eventos climáticos extremos. Sua incidência tem crescido no Brasil, como mostram as enchentes em Santa Catarina e no Nordeste, e a sêca que assolou recentemente o Rio Grande do Sul. Brasília, no entanto, segue como se tudo isso fôssem apenas problemas que precisam ser combatidos com a defesa civil. Ao contrário dos governos de outros
países, o nosso hesita em acordar para a crise do clima e se comprometer a acabar com o desmatamento, ou a criação de áreas marinhas protegidas, para reduzir as emissões de CO2 e, ao mesmo tempo, mitigar seus efeitos.

É aflitivo ver que a sociedade parece anestesiada diante dessa situação. A sensação é que não há quem se incomode mais com a devastação e a degradação e o fato de que o Brasil, um país que um dia foi lindo e rico em recursos naturais, está embicando para se transformar num país exaurido e feio. O Greenpeace, no entanto, se recusa a capitular. E acredita que há muita gente que não quer fugir dessa luta. Precisamos
mostrar a nossa cara e reagir, protestando junto ao governo e aos formadores de opinião através da internet mas, sobretudo, nas ruas.

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Marcelo Furtado
Greenpeace Brasil
Diretor Executivo
mfurtado@greenpeace.org
+551130351165

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Desligar o micro também é preservar a natureza

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O ser humano não produz nada, nem matéria nem energia, em relação ao planeta, somos meros consumidores-transformadores e tudo vem da natureza.

A energia e matéria consumidas não saem de graça, possuem implicações para os equilíbrios ecológicos do qual dependemos para viver, comer, respirar.
Nossos corações só batem porque há um ser vivo capaz de armazenar a luz do sol, respiramos, porque há um ser vivo nos oceanos que produz oxigênio excedente e só comemos, porque existem as abellhas e por aí vai.

A nossa relação de dependência não mudou, apenas piorou muito os riscos daquilo que estamos fazendo. A integridade dos ecossistemas é necessária para todas as formas de vida, inclusive a nossa.

Desligar os micros também é preservar a natureza.

Manter os micros ligados 24 horas por dia não é só um desperdício da natureza, é um desperdício econômico: para usar 8 horas, consumimos energia por 24 horas. Se aplicarmos para a semana como um todo, deixamos os micros ligados por 168 horas, para usarmos apenas 40 horas. É um desperdício de 76%!

Sem falar na redução da vida útil ao manter o aparelho ligado. O desperdício da natureza e econômico é impensável.

Respeite a natureza e ao mesmo tempo ajude a empresa a reduzir custos: desligue os micros quando deixar o ambiente do trabalho, no final do dia e na hora do almoço.

Deus perdoa sempre, os homens raramente, a natureza nunca (autor desconhecido).

Hugo

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Qual será a sua ação?

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E ai, vc já sabe qual será a sua ação para registrá-la na semana que vem?

Vale qualquer ação, a menor que possa parecer como por exemplo: ir naquele restaurante vegetariano e contar o que vc viu de diferente por lá, enviar aquele video sobre consumo consciente ou economia de água para seus amigos e depois conversar sobre o assunto com eles, recusar todas as sacolas de plástico que te oferecerem ou finalmente resolver separar seu lixo e dar um destino correto para ele... São muitas as ideias e vc pode compartilhá-la com outras pessoas que estarão agindo também! E para isso temos um local especial: a Aldeia Sustentável.

Contamos com vc para mostrar que dividir pequenas ações com outras pessoas podem inspirar e fazer a diferença!

Você é capaz de agir? Acesse, conte sua história e divulgue...

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Vamos agir?

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Muitas pessoas têm propostas de ações para melhorar o ambiente onde vive, e como consequência, melhorar o meio ambiente. São, muitas vezes, propostas simples, ações pessoais, mudanças pequenas nas atitudes e no estilo de vida, e que podem ser feitas em casa, no trabalho, na escola e em muitos lugares pelos quais passamos diariamente.

Você se acha capaz de mudar um pouco seu estilo de vida? Acha que pode ter uma atitude verde? Faça uma ação entre os dias 01 e 07 de dezembro (mesma data em que algo muito similar estará acontecendo na Inglaterra) e registre. Vale ser uma foto, um texto, um vídeo, um e-mail, use sua criatividade.

Não tem onde postar ou "uploadear" seu registro? Não se preocupe! Organize-se, registre seus feitos que, até o primeiro dia de dezembro, você terá uma surpresa!

Transforme um pouco o mundo em que você vive e conheça outras pessoas que habitam com você essa grande aldeia que chamamos Terra!

Ajude a divulgar essa ação e não se esqueça: entre os dias 01 e 07 de dezembro, faça uma ação ou exponha sua proposta e registre. Vamos conhecer ações pessoais que também podemos fazer no nosso dia-a-dia e outras pessoas interessadas pelo meio ambiente tanto quanto nós.

Colaboradores